Jornal Mundo Espírita

Maio de 2021 Número 1642 Ano 89

Anúcios da nova era

VW cria o carro voador do futuro: flutua e evita batidas

junho/2014

O primeiro conceito do carro popular que voa foi lançado em Pequim, na China, pela Volkswagen.

O protótipo do carro do futuro nasceu para satisfazer os desejos do maior mercado de automóveis do mundo. Chamado de Hover Car, foi criado com base em mais de cento e vinte mil propostas do povo chinês. E já foi adicionado à agenda da gigante alemã, para o seu desenvolvimento no futuro.

O carro 

O protótipo do Hover Car é feito de fibra de carbono. Tem formato de uma esfera achatada nos seus lados. O carro flutua no ar, e desliza através de trilhos electromagnéticos.

A direção é feita apenas por uma manivela, uma espécie de munch de avião. Tem um poderoso sistema automatizado para evitar colisões.
Ele avalia, constantemente, o trânsito de carros e pedestres para ativar os freios de emergência, automaticamente, abrandar e fazer manobras evasivas, se necessário.

www.sonoticiaboa.com.br, 6.3.2014.

Dispor de um carro que ativa freios de emergência e realiza manobras evasivas, no intuito de evitar colisões, nos diz da preocupação com o ser humano, cuja vida deve ser preservada.

É, verdadeiramente, um anúncio da Nova Era.

No entanto, outro detalhe ainda nos remete a uma informação de caráter mediúnico, que remonta ao ano de 1943.

Ao revelar ao mundo as informações do Espírito André Luiz, no livro Nosso Lar (cap.10, ed. FEB), Francisco Cândido Xavier nos permitiu conhecer o aeróbus:

grande carro, suspenso do solo a uma altura de cinco metros mais ou menos e repleto de passageiros. Ao descer até nós, à maneira de um elevador terrestre, examinei-o com atenção. Não era máquina conhecida na Terra. Constituída de material muito flexível, tinha enorme comprimento, parecendo ligada a fios invisíveis, em virtude do grande número de antenas na tolda. Mais tarde, confirmei minhas suposições, visitando as grandes oficinas do Serviço de Trânsito e Transporte.

…Aboletados convenientemente no recinto confortável, seguimos silenciosos. Experimentava a timidez natural do homem desambientado, entre desconhecidos. A velocidade era tanta que não permitia fixar os detalhes das construções escalonadas no extenso percurso. A distância não era pequena, porque só depois de quarenta minutos, incluindo ligeiras paradas de três em três quilômetros, me convidou Lísias a descer, sorridente e calmo.

O projeto da Volkswagen nos remete a pensar em que nos reserva o futuro para nosso transporte.

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