Jornal Mundo Espírita

Junho de 2021 Número 1643 Ano 89
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Papiro

abril/2020

É uma planta aquática que cresce nos pântanos, muito conhecida no Antigo Egito. Dessa planta originavam-se desde alimento cozido, até fibras para confecção de sandálias e outros objetos.

Embora a planta estivesse espalhada pelos países do Oriente Médio e da África do Norte, seu preparo para a escrita necessitava de uma técnica especializada, que dava origem a folhas de tamanho maior do que hoje utilizamos, e que eram coladas ou costuradas umas às outras e depois enroladas, dando origem a rolos que eram chamados de livros.

Para se escrever sobre o papiro utilizava-se uma mistura de carvão mineral, água e goma arábica. No início da Era Cristã já haviam sido introduzidas tintas feitas à base de ouro e prata, de acordo com a importância do manuscrito. Também já eram utilizadas tintas coloridas, principalmente o vermelho, o azul e o amarelo.

Eram utilizadas principalmente penas de aves, mas igualmente bastões de grafite e, aos poucos, foram introduzidas ponteiras de metal em hastes de madeira. Tanto as penas quanto as ponteiras metálicas tinham que ser mergulhadas na tinta, ser limpas do excesso da mesma para, aí assim, se traçar as letras e palavras.

 

Pergaminho

É um material de escrita feito a partir da pele de animais, principalmente cabra e ovelha. Suas vantagens eram enormes em relação ao papiro, pois nas suas folhas era possível escrever dos dois lados e sua durabilidade era infinitamente maior. Mas pesquisas mostram que, apesar de o pergaminho ser conhecido cerca de 200 a 300 anos antes de Cristo, ele somente se tornaria de uso geral por volta do quarto século depois de Jesus.

Reformador, junho de 2019, FEB,
artigo Jesus existiu?, de Marcus De Mario

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