Estou precisando de uma informação:
Lembro-me de ter ouvido ou lido certa vez que momentos antes da decapitação de João Batista um espírito lhe disse que poderia ser adiado aquele momento (decapitação). E João respondeu que, se um dia precisaria passar por esta prova, então que fosse naquela hora.
Vocês já ouviram falar dessa citação? Caso sim poderiam informar-me a fonte?
Antecipadamente agradeço.
Nelson...
“Mundo Espírita” responde:
Prezado amigo e querido irmão Nelson,
Desconhecemos qualquer referência escrita ou falada a respeito da suposta declaração de João Batista, como colocado.
Os únicos textos mais confiáveis que tratam da grande missão de João Batista encontram-se em “Boa Nova”, de autoria de Humberto de Campos, psicografado por Chico Xavier e em “Primícias do Reino” de Amélia Rodrigues, psicografado por Divaldo Franco.
Amélia Rodrigues, na página “O precursor” diz que “Elias resgatava o crime cometido às margens do Rio Quisom, quando mandara decepar a cabeça dos adoradores de Baal e, livre, tarefa cumprida, ascendia agora nos cimos”.
Sabe-se que Elias seria, mais tarde, consoante revelação de Jesus, João Batista.
É possível que você inconscientemente esteja misturando fatos. Temos conhecimento de que Chico Xavier recusou-se a ser operado de sua ambliopia, em 1957, por José Arigó, considerado a “8ª maravilha do mundo” por pesquisadores da NASA. Chico alegava que, de uma forma ou de outra o resgate seria feito e que “a dor é uma enfermeira bondosa”. A respeito, você pode informar-se mais na obra de Luciano Napoleão da Costa e Silva, intitulada “Nosso Amigo Chico Xavier”, da Nova Mensagem Editorial Ltda.
Como é do conhecimento geral, Chico Xavier era cego do olho esquerdo e possuía apenas um quinto da visão direita. A ambliopia, que provoca o enfraquecimento do sistema ótico, lhe produzia dores terríveis que eram atenuadas pelos benfeitores pelos méritos adquiridos no trabalho contínuo em favor da Humanidade.
Prezado Nelson, esperamos ter sido úteis na medida em que você esperava de nossa FEP.
Fraternalmente,
Equipe de “Mundo Espírita”
* * *
Por favor, tenho uma dúvida sobre trabalhos espirituais...
Sei que não é costume da Doutrina Espírita oferecer este tipo de atendimento mas a minha dúvida é sobre os seus efeitos, pois quando questionamos quem faz os trabalhos raramente dizem a verdade.
Qual o efeito de um trabalho espiritual (amarração, por exemplo) na pessoa que deve ser atingida e no outro que solicitou a realização do mesmo?
O trabalho sempre atinge o objetivo? Instantaneamente? Quanto tempo dura? Em caso da realização, qual a aceitação da pessoa atingida? Quantas encarnações demoram em quitar essa dívida?
Grata!
Paula...
“Mundo Espírita” responde:
Prezada amiga e irmã Paula,
Quando a pessoa é séria, possui caráter íntegro e leva uma vida reta, nada pode lhe atingir.
Há duas razões para isto:
1 – seu estado mental, suas vibrações psíquicas são de qualidade elevada, luminosas, impedindo o acesso de energias negativas e
2 – há sempre, sem exceção, a presença de benfeitores que neutralizam a mente doentia do agressor.
Disse-nos Jesus: “A cada um segundo suas obras”. Quando há merecimento o mal se torna inócuo, não alcança seus objetivos.
Você deve ler “O Livro dos Espíritos”, no capítulo IX que trata de poderes ocultos, talismãs, feitiçarias... – questões 551 a 557.
Fraternalmente,
Equipe de “Mundo Espírita”.