Jornal Mundo Espírita

Agosto de 2020 Número 1633 Ano 88

Workshop com Divaldo Pereira Franco em Cascavel

abril/2020 - Por Paulo Salerno

Divaldo Franco, o semeador dedicado, no mês de fevereiro, após profícuo trabalho em São Paulo, Capital, coordenando o Encontro Amélia Rodrigues, nos dias 7, 8 e 9, se deslocou para a Bolívia, em roteiro de luz, onde apresentou a Doutrina Espírita no período de 10 a 14, viajando a 16, diretamente para Cascavel, conduzindo com seu dinamismo característico o Workshop …E o amor continua, no Tuiuti Esporte Clube. Foram mais de mil inscritos, liderados pelos dirigentes espíritas estaduais e regionais, destacando-se Luiz Henrique da Silva, presidente da FEP e Laudelino Risso, presidente da 10ª URE.

Cidadão Honorário de Cascavel, Divaldo Franco tem dedicado os seus esforços em divulgar o Espiritismo nessa encantadora cidade, desde 23 de julho de 1958.

Em sua abordagem destacou o amor, apresentando luminares da Humanidade, que se evidenciaram pela manifestação desse sentimento, como Mohandas Karamchand Gandhi.

Se um único homem alcançar a mais elevada qualidade de amor, isso será suficiente para neutralizar o ódio de milhões – afirmou o Mahatma.

Viktor Frankl, médico psiquiatra austríaco, fundador da Logoterapia, que explora o sentido existencial do indivíduo e a dimensão espiritual da existência; Elisabeth Lukas, psicóloga clínica e psicoterapeuta, austríaca, que recomenda que a criatura humana deve dedicar algum tempo à transcendência, isto é, orar, meditar, pensar em Deus, descobrí-lO no outro, na Natureza, nos eventos de vida, sentir-se um ser espiritual – foram igualmente apontados pelo orador espírita.

Nas várias histórias narradas por Divaldo, ficou patente o excelente resultado produzido pelo amor, mesmo uma simples prece, plena de amor, possui poderes descomunais, com resultados surpreendentes.

O amor é o sentimento que leva o homem à transcendência e segue regendo as relações humanas, em meio às condições adversas da atualidade.

Finalizando o workshop, foram respondidas perguntas.

Sobre a problemática dos suicídios, esclareceu Divaldo que não é fácil estabelecer contato com esses que interromperam a vida, porque se encontram emocionalmente em desequilíbrio.

Em outra resposta disse que o processo evolutivo do planeta se processa como uma escola. Quem estuda, segue avante. Os que adiam o esforço em aprender, retardam-se na marcha, devendo ser transferidos para planetas menos evoluídos, retomando os estudos para o progresso, através dos inúmeros exercícios práticos.

Concluiu enfatizando que é necessário valorizar a vida, preencher o vazio existencial, amar, servir, tornar-se um homem de bem, perceber-se um ser espiritual.

Despedindo-se do público, foi intensamente aplaudido de pé.

Fotos: Jorge Moehlecke

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