Jornal Mundo Espírita

Setembro de 2019 Número 1622 Ano 87

União e perseverança

outubro/2019

Há 32 anos ocorrem regularmente as reuniões do Departamento de Orientação à Infância e Juventude da Federação Espírita do Paraná – DIJ/FEP, com os DIJ das Uniões Regionais Espíritas – UREs de todo o Estado, simultaneamente às do Conselho Federativo Estadual – CFE.

Com o objetivo de congregar os líderes dos DIJs das UREs, buscando fortalecer e alinhar a atividade de Evangelização Espírita Infantojuvenil, inaugurada em agosto de 1987, sob a coordenação de Maria Helena Marcon, então diretora do DIJ/FEP, foi uma iniciativa de sucesso que se consolidou ao longo do tempo, mantendo-se, ininterrupta, até os dias atuais.

São esforços de todos os que labutam na tarefa de evangelizar, que não medem esforços para que ela continue acontecendo: de um lado, os trabalhadores dos DIJs das UREs, que percorrem longas distâncias a cada três meses, com vistas a se reunirem no Recanto Lins de Vasconcellos, em Balsa Nova/PR; de outro, os dirigentes do DIJ/FEP organizando as atividades da reunião de forma que seja produtiva, para o alcance de resultados positivos, como:

Fortalecimento do DIJ nas UREs:

  • Maior espaço e autonomia do departamento
  • Maior visibilidade da atividade junto a outros departamentos
  • Maior interação com outros departamentos
  • Possibilidade de maior amparo aos DIJs dos Centros Espíritas de cada região
  • Fortalecimento dos laços de amizade entre trabalhadores de todo o Estado
  • Embasamento para as atividades do DIJ/URE.

 

Desenvolvimento de atividades:

  • Aprendizado e crescimento pela troca de experiências
  • Ideias de atividades e utilização de recursos diversos com as crianças e os jovens
  • Socialização de atividades pelo Estado
  • Organização e unificação dos Encontros de Juventude.

 

Processo organizacional:

  • Auxílio na organização do departamento nas UREs
  • Aprendizagem para a estruturação do DIJ na Casa Espírita
  • Estímulo à dinamização do trabalho do DIJ
  • Organização do Movimento Espírita
  • Estabelecimento de agenda anual e definição de metas.

 

Aspecto relacional:

  • Fortalecimento para prosseguir na tarefa
  • Troca de experiências com os companheiros de outras Regionais
  • Possibilidade de sentir a emoção que envolve cada experiência vivida
  • Renovação da vontade de trabalhar com a infância e juventude
  • Construção de amizade e afeto pelos companheiros de outras UREs
  • Oportunidade de conhecer mais a respeito dos outros departamentos e trocar experiências com companheiros da própria região (durante as viagens)
  • Aproximação entre os diversos Diretores/URE e FEP
  • Desenvolvimento do sentimento de pertencimento ao Movimento Espírita
  • Maior proximidade com os jovens, acompanhando-os nos encontros nacionais, estaduais e regionais.

 

Formação de Evangelizadores:

  • A troca de informação e orientações tem favorecido a implantação de ações que visam a formação continuada de evangelizadores
  • Orientações gerais e específicas das Diretrizes Curriculares
  • Incentivo à inovação, aproveitando ideias novas, e mantendo a fidelidade doutrinária, apresentando a Doutrina de forma interessante às crianças e jovens
  • Aprofundamento do conhecimento doutrinário
  • Firmeza doutrinária.

 

União e Unificação:

  • Ampliação do conhecimento em relação ao Movimento Espírita
  • Valorização da tarefa
  • Comprometimento com o trabalho
  • Canal ativo de diálogo entre DIJ/FEP e DIJ/URE
  • Promoção da União e Unificação por meio de espaços transparentes de troca de ideias entre seus dirigentes
  • Meio de observação e análise das condições da Evangelização Espírita Infantojuvenil no Estado e no país; dados muito importantes para a avaliação e estabelecimento das diretrizes regionais de trabalho
  • Maior integração inter-regional e interdepartamental
  • Valorização da história do DIJ, daqueles que trabalharam tanto, não só pela Evangelização, mas também pela Doutrina Espírita no nosso Estado.

Conforme observação precisa de um dos diretores de DIJ, o estabelecimento de um canal que permita reflexões maduras sobre as questões que envolvem a Evangelização Espírita da criança e o jovem é, sem dúvida, um mecanismo valioso e essencial ao sistema federativo e ao Movimento Espírita.

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