Jornal Mundo Espírita

Setembro de 2019 Número 1622 Ano 87

Trabalhadores do DIJ em ação

julho/2011

 Janina Fedora

 

1 – Como Diretora de DIJ da 15ª URE, qual a sua visão da tarefa de evangelização?

Vital e gratificante.

Primeiro aprendemos para então ensinar. Assim também na tarefa de evangelização; quando apresentamos Jesus e seus ensinamentos aos outros, somos nós os primeiros afetados por seu psiquismo radiante, e sofremos então a autoevangelização, e nos deparamos com o Amor, que se manifesta em nossos dias através da presença de amigos, da fé, da esperança, do trabalho, do saber, entre outros.

2 – Em sua opinião, qual seria a tarefa principal de um diretor de DIJ?

Na Casa Espírita, o diretor de DIJ é o orientador da tarefa de evangelização nas diversas turmas. Coordenando o trabalho, ele serve como ponto de apoio aos evangelizadores. Na URE, essa tarefa se expande, tornando o diretor também elo de ligação entre a FEP e as casas de sua região.

3 – Pode o DIJ trabalhar sem o auxílio dos pais?

Lembrando que não recebemos na tarefa de evangelização Espíritos recém-criados, mas Espíritos que trazem características e valores moldados também pelo convívio contínuo no ambiente familiar, desconsiderar a importância do papel dos pais no processo de educação moral de seus filhos seria colocar em risco o sucesso do projeto de que participamos na evangelização espírita.

4 – Como os cursos/treinamentos poderão auxiliar os evangelizadores e coordenadores de juventudes?

Quando nos propomos a realizar uma tarefa é necessário termos preparo para ela. Quando a tarefa é no âmbito da evangelização espírita, muitos recursos são necessários, entre eles o amor e o conhecimento. Conhecimento do que e como ensinar. Como auxiliar no acesso a esse conhecimento está a existência dos cursos/treinamentos.

5 – A FEP vem cumprindo a tarefa de dinamizar os DIJs/UREs? Como?

Acredito que a comunicação frequente, a inovação de métodos e a oferta de espaços e momentos de treinamentos são os responsáveis pelos resultados positivos na qualidade da tarefa.

6 – Deixe aqui sua mensagem aos evangelizadores e coordenadores de juventudes.

Durante uma conversa, uma aluna do 3º ciclo comentou que queria ser evangelizadora quando crescesse, mas faria algo a mais: promoveria maior número de “saídas” (assim eram chamadas as atividades realizadas fora da Casa Espírita, todas com objetivo de assistência social). Notamos que as crianças e jovens sinalizam sobre o que mais precisam. Devemos estar atentos para não nos descuidarmos de nossa finalidade na tarefa de evangelização espírita: ensinar a conhecer o Amor.

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