Jornal Mundo Espírita

Setembro de 2019 Número 1622 Ano 87

Segunda Visita de Divaldo Franco a Nova Zelândia

novembro/2007 - Por Roberto Drummond

Em uma típica noite chuvosa de segunda-feira, a cidade de Auckland recebeu, pela segunda vez, a visita do grande palestrante e incansável trabalhador espírita, Divaldo Pereira Franco, um dos mais importantes Embaixadores Mundiais da Doutrina Espírita.

Dois anos se passaram desde sua primeira visita, quando a semente foi plantada e se tornou o Allan Kardec Spiritist Group of New Zealand – AKSGN – Grupo Espírita Allan Kardec, da Nova Zelândia.

O grupo iniciou em 2005 com o nosso querido Eduardo Araujo, que estava vivendo com sua família neste país, organizando reuniões em sua casa, na área central de Auckland. Logo após o início das reuniões, o grupo teve sua primeira oportunidade de receber Divaldo para uma palestra. Ele deu instruções e sugestões para a melhora de nossas reuniões e, após a partida de Eduardo, no início de 2006, o AKSGNZ estava motivado para continuar seus encontros semanais.

A oportunidade de receber Divaldo pela segunda vez também aconteceu por intermédio de esforços da igualmente dedicada trabalhadora Gloria Collaroy, da Casa dos Franciscanos – Fundação Joana de Cusa, de Sydney, Austrália, pois ela ajudou e facilitou sua viagem após uma semana de compromissos em Sydney e Melbourne.

O tema selecionado foi 150 Anos de Espiritismo e o Encontro da Paz e Saúde, com um interessante histórico da Doutrina, ótima introdução aos kiwis (neo zelandeses) e aqueles que não falam português como primeiro idioma e que estavam presentes. É importante mencionar que, com uma média de 100 pessoas, ao menos metade eram estrangeiros,  mostrando que a Doutrina vai além de barreiras de idioma e cultura, por ser universal.

O grupo agora está consolidado com membros permanentes. Conseguiu a expansão de sua biblioteca, com títulos em português e inglês, graças à generosa doação do CEI – Conselho Espírita Internacional, do Grupo Espírita de Brighton (Inglaterra), de Gloria Collaroy e de Eduardo Araújo, entre outros. Também cresceu em experiência e determinação para seguir evoluindo e aprendendo uns com os outros.

As palavras de Divaldo, ao final de sua palestra, definem não somente nosso grupo, mas a maioria dos grupos dentro e fora de nosso país: No Brasil somos mais de 7 milhões, com uma média de 30 milhões de simpatizantes, todos trabalhando para construir um mundo melhor. Nós não vivemos da religião. Nosso trabalho é gratuito, seguindo os passos de Jesus, que disse “o bem é bom para aquele que o pratica”.

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