Jornal Mundo Espírita

Setembro de 2019 Número 1622 Ano 87
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Personagens da Boa Nova

maio/2010

Em feliz oportunidade, “Mundo Espírita”, órgão de divulgação da Federação Espírita do Paraná, iniciou, em janeiro de 2003, a série “Personagens da Boa Nova”.

São quarenta e três capítulos, que homenageiam as principais figuras do Cristianismo nascente, fruto de um trabalho de pesquisa e composição organizado de maneira hábil e inteligente por Maria Helena Marcon, que na ocasião era membro da Diretoria Executiva da Federação Espírita do Paraná.

Ao relançá-los, agora no formato de livro, objetivamos perenizar a memória de inesquecíveis acontecimentos que fincaram as balizas da Nova Era.

Sua leitura certamente produzirá emoções espiritualiza­das, fortalecedoras da fé.

É o reencontro com fatos sublimes, inspirados pelos en­sinamentos de Jesus, que nos fazem transcender os limites da sensibilidade humanizada, transportando-nos para as esferas dos mais elevados sentimentos.

Relembra os esforços titânicos desses missionários que sob o pesado fardo de provações dolorosas honraram seus compromissos com a imperiosa obrigação de não deixarem apagar a meridiana luz da Boa Nova, fertilizando os campos da vida com seus exemplos inesquecíveis.

Nele reencontraremos os cenários comoventes em que o Cristo forja a têmpera de Paulo.

Veremos Paulo de Tarso sustentando a fé cambaleante de Marcos, o evangelista, em sua mocidade vocacionada para o Bem, e Estêvão, o primeiro mártir do Cristianismo, acompanhando o Apóstolo dos Gentios, ao longo de cerca de 30 anos, em suas lutas para a fundação de comunidades na Europa, na Ásia, no Oriente Médio e nas ilhas do Mediterrâneo.

Você saberá quem são “O Apóstolo Descrente”, “O Quarto Biógrafo de Jesus”, “O Escravo Fiel”, ”A Suplicante Cananita” e “O Pregador de Lugdunum”, entre outros luminares.

Agradável ao leitor comum, útil para os pesquisadores e indispensável na formação dos comunicadores espíritas, “Personagens da Boa Nova” é uma obra ímpar, rara no gê­nero, e, acima de tudo, manifesto ato de gratidão àqueles que nos antecederam, há quase vinte séculos, para que não nos faltassem as forças necessárias ao cumprimento de nossas modestas tarefas com que Jesus nos brindou para a liberta­ção de nossas consciências e resgate de nossas dívidas com a Justiça de Deus.

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