Jornal Mundo Espírita

Agosto de 2020 Número 1633 Ano 88

Medalha 2 de Julho: o reconhecimento do mérito.

agosto/2007 - Por Prof. Luciano de Castilho Urpia/Divaldo Pereira Franco

O dia 9 de julho de 2007 foi um dia muito especial na história da Mansão do Caminho. Nessa data, num evento solene, promovido pela Prefeitura Municipal de Salvador, pelo Decreto nº 17.436, Nilson de Souza Pereira foi agraciado com a “Medalha 2 de Julho”, a mais alta condecoração de Soterópolis, que distingue as 50 personalidades de maior destaque no cenário baiano, em suas respectivas áreas de ação. No caso de Nilson, fundador e Presidente do Centro Espírita Caminho da Redenção, que mantém inúmeros departamentos, incluindo a Mansão do Caminho, na área de assistência social e solidariedade humana.

A outorga da Medalha ocorreu no Salão dos Espelhos do Palácio Rio Branco, às 10h30 da manhã e, na oportunidade, várias outras personalidades receberam a distinção honorífica, a exemplo dos digníssimos senhores Ministro Interino da Cultura, Governador do Estado da Bahia, Comandante da 6º Região Militar, Dona Canô (mãe de Caetano Veloso e Maria Bethânia), o pugilista Popó, entre outros.

A importante comenda conferida a Nilson nada mais é que o reconhecimento de um trabalho profícuo, promovido pela Mansão do Caminho, ao longo de 60 anos de sacrifícios, persistência e, sobretudo, muito amor e respeito ao ser humano, como, aliás, preconiza a Doutrina Espírita nos seus postulados de luz e consolação.

Ele ganha esse galardão – importante, sem dúvida – mas o recebe sem pompas, sem alarde, sem euforia, porque, no auge de sua madureza, em que a sensatez e a prudência impõem normas de conduta, sabe perfeitamente que o valor maior do homem está no seu caráter, nas suas ações concretas, nos seus exemplos, nos esforços que envida para tornar-se melhor, para transformar tudo em sua volta, construindo para que outros possam também trilhar os caminhos da retidão, da justiça e do amor.

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