Jornal Mundo Espírita

Maio de 2019 Número 1618 Ano 87

Lições para a Vida

Olimpíada Internacional de Astronomia

dezembro/2018

Estudantes brasileiros conquistaram o primeiro lugar no quadro geral de medalhas da 10ª edição da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica – OLAA, com quatro Medalhas de Ouro e uma de Prata. A competição aconteceu na cidade de Ayolas, no Paraguai, entre os dias 14 e 20 de outubro.

A equipe foi formada por Caio Nascimento Balreira (17 anos), Katarine Emanuela Klitzke (17 anos), e Vinícius Rodrigues de Freitas (18 anos), de Fortaleza (CE);  Luã de Souza Santos (16 anos),  de São Paulo e Gabriel Gandra Prata Gonçalves (18 anos), de Vitória (ES).

Caio, Katarine, Vinícius e Luã receberam Medalhas de Ouro, enquanto Gabriel levou a de Prata.

Além do ouro, Caio e Luã conquistaram o prêmio de melhor prova observacional – que testa o conhecimento sobre constelações, localização de objetos celestes e manuseio de telescópios – o primeiro levou ainda o de melhor prova teórica em grupo.

Katarine levou também a Medalha de melhor prova de foguetes. No teste, os competidores tinham que construir foguetes de garrafas PET impulsionados a água pressurizada, e o dela foi o que voou mais longe.

Somando este resultado ao das outras edições da OLAA, o Brasil tem trinta Medalhas de Ouro, dezesseis de Prata e quatro de Bronze, sendo o maior medalhista da história da competição.

A OLAA reuniu alunos do ensino médio de onze países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai. Todos se classificaram por meio das respectivas Olimpíadas Nacionais de Astronomia e Astronáutica.

Nessa edição, os testes foram divididos em parte teórica, prática e de reconhecimento do céu. A teórica foi realizada em duas partes: individual e em grupo, mesclando as delegações.

A prova do lançamento de foguetes de garrafas PET foi feita em grupos com nacionalidades diversas. E a avaliação de reconhecimento do céu foi individual e exigiu o manuseio de telescópio.

De acordo com a organização, esta é a única Olimpíada Internacional que realiza provas com grupos de diversas nacionalidades. Além disso, é a única que obriga que os grupos sejam de ambos os gêneros.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/10/brasileiros
-ficam-em-1-lugar-em-olimpiada-internacional-de-astronomia.html

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