Jornal Mundo Espírita

Julho de 2019 Número 1620 Ano 87

VIII Encontro Estadual de Coordenadores de Juventudes Espíritas

novembro/2009

O Encontro começou na sexta-feira, dia 16, com a chegada dos primeiros participantes no Recanto Lins de Vasconcellos. Dos 200 participantes, 100 estiveram hospedados sob as copas das formosas araucárias, usufruindo das novas instalações e conhecendo as futuras, alguns tomando banho frio, mas todos recebendo o calor dos trabalhadores e companheiros ali presentes.

08h00: Não perca a abertura do VIII Enc. Estadual Coord. Juvs. Às 9h 30 min. Esperamos você. Abraço, equipe DIJ/FEP. (1)

Com esta mensagem recebida no celular, via SMS, às 8h de sábado, todos se dirigiram à sede da FEP, onde seria realizado o VIII Encontro Estadual de Coordenadores de Juventudes Espíritas.

Encontro esse que é “mais uma iniciativa da Federação Espírita do Paraná, pois é uma preocupação importante, a nossa preparação para o trabalho da Juventude, a Juventude que nós precisamos implementar uma condição melhor, de amplitude…”, destacou o Presidente da FEP Francisco Ferraz Batista na abertura do evento.

O tema Conhecendo a Juventude Atual foi definido em Fevereiro do ano passado, em reunião com os diretores de DIJ’s das URE’s do Estado, sendo que, dentre outros, este seria o que mais estava precisando ser trabalhado, segundo Tatyanna Braga de Moraes, Diretora do DIJ/FEP.

 

1 – O Perfil do Jovem

Neste primeiro tópico, a equipe DIJ/FEP procurou trazer através de informações, uma contextualização do mundo em que vivemos hoje, primeiramente apresentando o vídeo Você Sabia? (Did You Know? 3.0) encontrado no site do youtube. (2) Em um ritmo acelerado, o vídeo apresenta um panorama do mundo contemporâneo, globalizado, interligado, onde “estamos vivendo em tempos exponenciais” com exabytes de informações e virtualmente conectados, terminando com a pergunta “e o que tudo isso quer dizer?”

Este mundo, esta transição, estes tempos atuais, já tinham sido analisados por Allan Kardec em A Gênese: “Enfraquecem-se os preconceitos de raça, os povos entram a considerarem-se membros de uma grande família; pela uniformidade e facilidade dos meios de realizarem suas transações, eles suprimem as barreiras que os separavam e de todos os pontos do mundo reúnem-se em comícios universais, para as justas pacíficas da inteligência.” (3)

O próximo vídeo, Rafinha 2.0 (4), procurou mostrar como o jovem está dentro deste mundo, onde a inovação faz parte do cotidiano desta geração ‘C’ – do conteúdo, da colaboração e conectada o tempo todo.

A seguir, Taty apresentou duas pesquisas: Perfil da Juventude Brasileira (cedida pelo DIJ/FEB) e Dossiê Universo Jovem – MTV Brasil, que desde 1999 vem estudando as mudanças de comportamento da juventude. Para finalizar, foi apresentado um vídeo com depoimentos de alguns jovens participantes dos encontros regionais do PR, realizados em Fevereiro/09; onde mandaram os recados: “o que eu espero das aulas de Juventude”, “como a Doutrina ajudou em minha vida”, “o que eu espero do Coordenador de Juventude”, “o que eu espero dos dirigentes da Casa Espírita sobre oportunidades de integração e trabalho”.

E, assim como “Simão, mais tarde chamado o ‘Zelote’ (…) Ouvindo as palavras fortes da juventude (…) Perguntava a si mesmo o que seria de seu esforço singelo, junto a Jesus”, os coordenadores da Juventude Espírita, diante de tantas informações, aguardavam as orientações do coordenador do evento, Alberto Almeida.

 

2 – Como estabelecer o vínculo do Coordenador com o Jovem?

Iniciando sua fala, Alberto expôs sua proposta de trabalho, privilegiando a discussão e o debate em torno do tema, focalizando na demanda de necessidades do trabalho de evangelização de juventudes no Paraná.

Segundo a percepção pessoal de Alberto Almeida, o trabalho com os jovens é o mais desafiador, pois a Juventude é um período crítico, em que o Espírito está em um movimento de amadurecimento, saindo de uma dependência e maturidade absoluta enquanto criança, onde ele passa por esta gestação da adolescência para ganhar a sua condição de adulto caracterizada por uma autonomia e possibilidade de estabelecer a gestão de seu próprio ser em nível emocional, e estabelecer-se no mundo com uma independência econômica, caracterizando assim um período de transição que envolve instabilidade.

Para atender este jovem de uma forma integral, é preciso caminhar com ele, no mundo virtual e presencial.

“Esse grupo etário representa o nosso grande desafio dentro do Centro Espírita. Porque precisamos de pessoas que estejam capacitadas para poder lidarem com este universo juvenil que é profundamente exigente pela sua multiplicidade, pela conformação com que ele se apresenta, pelos apelos que o mundo traz, e pelas limitações que a gente traz fazendo este movimento de acompanhamento. Mas, na Casa Espírita, negligenciar essa faixa etária, é colocar em risco o Movimento Espírita.”

“Que possamos acolher este jovem, que tem esta oportunidade de inserção no mundo, que á capaz de ter esse volume de informações, essa quantidade de amigos, de entrar em diferentes tribos em um tempo só; esse jovem que é um Espírito reencarnado, que traz uma emocionalidade, tem um repertório interior construído ao longo de sua vivência de 1ª e 2ª infâncias, que tem uma bagagem reencarnatória, que traz possibilidades internas calcadas num planejamento espiritual; esse jovem que tem a habilidade de utilizar cinco instrumentos eletrônicos ao mesmo tempo, mas que não sabe lidar com a insegurança dele, nem sempre amadurecido psicologicamente, emocionalmente e moralmente.”

Portanto, “o trabalho com o jovem extrapola a Casa Espírita, propriamente dita, é um trabalho que se faz além das fronteiras das paredes, é um trabalho que envolve convivência…” Concluiu Alberto nesta primeira etapa do Encontro pela manhã.

12h30: Visite a exposição Ideia que deu certo no terceiro andar.

13h00: Navegue no novo site do DIJ/FEP no segundo andar.

Após o almoço, onde os participantes puderam fazer visitas à Sede Histórica da FEP, conhecer a exposição “Ideia que deu certo” – trabalhos com Juventudes desenvolvidos pelas URE’s, e o novo site do DIJ/FEP; todos retornaram ao Teatro para serem envolvidos no 1º Momento Artístico do Evento.

O quarteto formado por Cristina Pereira e Marcelo Pinezi  (Campo Mourão), Leandro Pereira (Francisco Beltrão) e Roberlei Pasinato (Curitiba), além de ressaltarem a importância da música como recurso para estudo, motivação e integração de grupos de estudos, trouxeram canções que se destacaram pelo conteúdo; para que possam ser utilizadas em grupos de Juventude; proporcionando a todos uma tarde muito prazerosa.

 

3 – Que fazer enquanto coordenador da Juventude para melhorar na tarefa?

 

Divididos em 10 grupos, os participantes debateram em torno de duas propostas sugeridas pelo Coordenador do Encontro: trazer as dificuldades percebidas no trabalho de Juventude e quais as possibilidades de sugestões, de encaminhamento, para essas dificuldades.

Após 1 hora reunidos; e coordenados por duplas formadas pelo Diretor de DIJ da URE e um colaborador -equipe de estudo formada por várias URE’s do Estado – cada grupo através de um relator trouxe suas conclusões para serem analisadas. Os principais temas debatidos foram: o jovem e os grupos sociais; a importância da família; a integração do jovem e de sua família no Centro Espírita; e a capacitação dos coordenadores.

Destacamos alguns pontos abordados por Alberto Almeida, após o relato dos grupos:

– Quando a criança faz o trajeto pra Juventude, cria outros grupos de referência, além da família, para que possa fazer um movimento de individuação e autonomia. Isso é saudável. Esses grupos têm um formato na sociedade, e o jovem pra pertencer e fazer esse vôo, da família pra outro grupo social, assume a ética do grupo. No entanto, o jovem tem dificuldade de se firmar nas suas posições. E, para enfrentar esta situação, precisa da ajuda de uma família que sirva de sustentáculo de valores e princípios. Ele precisa estar ancorado na sua família, ela é o grupo principal pro jovem. Quer fazer um novo movimento, que não é excludente do grupo da família, quer pertencer ao outro grupo também.

– A juventude espírita é esse grupo que tem uma cara da família dele, porque tem os princípios e a ética da família dele. Para que ele não se sinta diferente no grupo da universidade, da academia, da escola, do lazer, do hobbie, ele tem o grupo de jovens espíritas. Os jovens espíritas são alegres como os outros jovens, mas em outras coisas eles são diferentes: não precisam beber, nem fumar, cair na noite, etc. O grupo espírita tem a ressonância da família que faz o diferencial. Por isso a evangelização do jovem, tanto quanto a infância, é assunto pertinente principalmente à família. O Centro Espírita faz a complementação, o arremate, a socialização, o incremento mas a base é familiar.

– O jovem de hoje respeita as escolhas do outro, mesmo que não concorde com as escolhas do outro. Ele consegue sustentar sua posição espírita nos diversos grupos. No lugar de ser tragado pelo grupo, ele seja um agente de transformação naquele grupo.

– O Jovem é antenado, fica atento às contradições. O Espiritismo é algo do dia a dia, é uma visão integrada. A religião faz parte do cotidiano. O coordenador deve ser o mesmo, espírita dentro e fora do centro espírita.

– Não podemos separar o mundo e nós. Onde você estiver, está o sagrado se você sacraliza, e o profano idem. Ao lado do conjunto de informações dessa geração super conectada, tem uma demanda de princípios de valores que tá fazendo falta chegar, existe um vazio existencial. É necessário fazer com que os jovens reflitam sobre os lugares que andam frequentando. Lugares em que façam uma escolha mais criativa, lugares que façam bem pra ele. Não se exporem às situações perigosas. Cuidar com os amigos.

– Não há lugar na casa espírita para trabalhadores constrangidos, obrigados. O trabalho é voluntário. Bezerra de Menezes diz que é a mão de obra de amor!!! Mas não dá pra trabalhar o improviso na Casa espírita. O DIJ deve estabelecer a capacitação, habilitação, fazer o estabelecimento de competências das pessoas que se candidatam a serem coordenadores de juventudes. Essa tarefa exige que se tenha manejo metodológico, pedagógico, performance doutrinária, manejo de grupo e conhecimento da psicologia do jovem.

– Como estamos como coordenadores? Qual a sua parte de responsabilidade na evasão, nos conflitos, nas facções que surgem, no grupo que não se sustenta? No grupo que se coloca inflexível? Como você se coloca em relação à diretoria que não abre espaço pra juventude atuar?

– O coordenador precisa olhar pra dentro de si mesmo e trabalhar os seus engates internos, isso vai permitir que ele flua. Às vezes ele conhece as técnicas, recursos, tem conhecimento doutrinário, sabe a demanda que o jovem traz; mas ele é o mediador, se ele não funcionar bem, nada disso funciona. Não estar lá só pra evangelizar jovens, estar lá pra se trabalhar, e isso se dará através do trabalho que faz com os jovens.

– Estamos num espaço de excelência que é a juventude, e de alta carência. Precisamos nos sentir honrados com esse trabalho, precisamos olhar pra isso não como um “bico”, mas como um trabalho que está na linha de frente. Se eu levo como um “bico” eu levo no improviso, eu faço um trabalho precário, péssimo e mais atrapalho do que trabalho. Se eu tiver um olhar profundo, me sinto numa posição de excelência pra me auto-evangelizar e vou dar minha contribuição que vai se multiplicar por aqueles que vão trafegar comigo no encontro que se faz regularmente no Centro Espírita, mas que tem o seu desdobramento fora das atividades dele.

– Esse investimento que nós estamos fazendo será multiplicado. Não é um jovem que eu estou evangelizando, é um homem, uma mulher, que vai ter família, filhos, que vai sair da sua família de origem e vai compor uma nova família.

18h30: Não perca o momento artístico, logo após o jantar, uma peça de teatro incrível.

Depois de profundas reflexões, participantes e trabalhadores adentraram a noite em momentos de confraternização e descontração. Após o jantar nas dependências da FEP, todos foram convidados a assistirem o 2º Momento Artístico do Encontro: a peça teatral “O Mistério da Mansão Winston” promovido pelo Setor de Artes da FEP, sob a direção de Marcus Azuma, proporcionando a todos reflexões sobre a vida e a espiritualidade, e muitos risos.

21h20: Amanhã tem mais. Bom descanso. Importante: já estaremos no horário de verão.

07h30: Hoje o encontro começa mais cedo, às 8h 30min. Esperamos você.

Mesmo com uma hora a menos de sono (devido à mudança para o horário de verão), todos retornaram dispostos (principalmente aqueles que participaram de um delicioso café da manhã com risoto no Recanto) ao Teatro da FEP para as conclusões finais do trabalho.

E, Alberto Almeida, concluiu sua fala com uma belíssima mensagem de encerramento:

“No Sri Lanka quando aconteceu o Tsunami (dezembro de 2004), os elefantes, antes que as ondas gigantes chegassem, ficaram inquietos. E de tão inquietos que ficaram, os nativos não permaneceram na praia para atender os turistas, os elefantes os conduziram pros lugares mais altos. Não morreu um elefante de onda gigante, e os nativos que souberam acompanhá-los esse movimento da natureza divina que está posta nos animais, se salvaram junto.

Não basta que sejamos alguém que apenas mostre o caminho, é necessário que a gente faça o caminho.

Se um paquiderme é capaz de conduzir um homem, imagine você, como coordenador, se não é capaz de conduzir um jovem.

Você é capaz de fazer esse caminho, o dos peregrinos, o caminho sagrado, o caminho que aponta para o monte, para as bem-aventuranças. Você pode conduzi-lo para que ele possa subir ao monte para ouvir o grande Mestre falar; e ouvir junto, pra poder se encharcar de Cristianismo e ter a honra de poder agradecer a Deus, porque ao lado do jovem, você foi capaz de sem perder a verticalidade da sua experiência, se colocar na horizontalidade, ombro a ombro, para que o Mestre pudesse se sobrepor e fosse a motivação da tua ação no bem, na tarefa que você desenvolve.

Abracemos essa atividade como alguém que está ouvindo, pelo faro intuitivo, pelo conhecimento que o Espiritismo nos dá, uma onda gigante se aproximando, que vem, que vem…

Os elefantes detectaram que as placas tectônicas se movimentaram há 6 horas da margem das praias do Sri Lanka. Quanto nós temos de informação? De percepções? E nós estamos percebendo aquela onda gigante sendo formada. E nós temos a chance de poder convidar alguém que caminhe conosco para o monte, salvaguardando do naufrágio, do afogamento, de muitas almas que reclamam – não pedem, reclamam direção no bem.

Mas a forma de reclamar é essa com que comparecem na juventude, e nós somos chamados a fazer esse périplo, essa jornada, porque também a exemplo dos elefantes, nós trazemos dentro de nós mesmos esse chip de informações que é o Espiritismo. Que faz nos entrever onde vai dar aquele caminho, pra onde aquela estrada irá, nós temos chance de visualizar a onda gigante antes, e podemos anunciar, sem obrigar ninguém, mas podemos fazer o processo da anunciação, e mais do que dizer onde fica o monte, precisamos, podemos e devemos fazer isso – seguir para o monte.

Levando aqueles com quem muitas vezes nós estamos acumpliciados no passado no mal, alguns dos quais nós estamos apenas trazendo de volta, porque nós empurramos lá pra baixo do monte, no lodaçal, e alguns outros que estamos tendo a honra de poder servir.

E quando eu levo o espírito que se salvaguarda desse engolimento que a humanidade hoje opera através das ondas de criminalidade, de violência, de orgulho, de viciação, de uma sexualidade desarvorada, esse movimento de indiferença, de carência que engole as pessoas, e elas são tragadas; quando nós conseguirmos fazer isso, nós levamos conosco as entidades benfeitoras que tutelam aqueles que estão ali circunstancialmente sob a nossa guarda.

Nós não estamos só ajudando 20 jovens, nós estamos ajudando uma plêiade de Espíritos que irão se corporificar na família, nós estamos sendo cúmplices dos guias espirituais daquele jovem e daquelas famílias, nós estamos numa rede, construindo uma nova era.

Não abramos mão do chamado do DIJ! Vamos aceitar o desafio e vamos vencer as distâncias, se eu fui capaz de chegar aqui, 3.000 km de Belém, porque vocês não podem caminhar aqui 5h, de carro.

Meus amigos, em Belém do Pará às vezes pra você chegar numa localidade, você tem que ir de vôo 50 minutos e pega um barco e leva mais 12h, ou então você faz 03 dias de navio, pega outra condução e leva mais 6h pra chegar na localidade, pra falar de Espiritismo.

Vocês têm a bênção desse Estado com essa malha viária fantástica. Vocês têm a bênção de uma entidade Federativa que viabiliza uma estrutura de funcionamento.

O que está faltando pra esse jovem coordenador, esse adulto coordenador, esse maduro coordenador exercer melhormente a sua função? O que está faltando pra gente ter mais motivação?

Meus amigos, aceitemos o chamado, arregacemos as mangas e, não só com a nossa contribuição, vamos arregimentar outros para que a gente possa formar um grupo cada vez mais forte, a fim de viabilizar no Estado uma nova ordem, um novo movimento, no qual nós seremos uma peça dessa grande orquestração cujo maestro é Jesus, que está presente através de Allan Kardec. Fazendo a condução da Doutrina Espírita, e o movimento que somos nós, aqueles que compomos a sinfonia, estamos ali cada um dando a sua contribuição para que a musicalidade do Divino se materialize.

Um beijo no coração de vocês.”

Envolvidos pelas emoções salutares do momento, a Equipe DIJ/FEP ofereceu uma singela homenagem ao coordenador deste Encontro, Alberto Almeida, presenteando-lhe com uma cesta de produtos típicos de nosso Estado, para que, em Belém do Pará, no “reco-reco” da rede, possa ter agradáveis lembranças dos cada vez mais amigos, os espíritas do Paraná.

Para encerrar o VIII Encontro Estadual de Coordenadores de Juventudes Espíritas, o Presidente da FEP, Francisco Ferraz Batista, transmitiu a todos a seguinte mensagem:

 

13h15: Obrigada por sua participação. Até o próximo encontro. Abraço, Equipe DIJ/FEP.

_______________________________________________

(1)           Mensagens de texto recebidas no celular pelos participantes durante o encontro.

(2)           Http://www.youtube.com/watch?V=xkps5dbjej4&feature=fvst

(3)           A Gênese, cap. XVIII – Sinais dos Tempos, item 21

(4)           Http://www.youtube.com/watch?V=UI2m5knVrvg

 

Zenaide, Campo Mourão

“Os abraços… A gente reencontra os amigos, os companheiros de trabalho; a gente pode trocar as experiências, as informações, a vivência de cada um. Então, (o Encontro) acrescentou muito na vida de todos nós, tenho certeza.”

Silvana, Paranavaí

“Tivemos a conclusão de que: evangelizar-se, autoconhecer-se, curar-se primeiro, talvez seja uma etapa pra que facilite o nosso trabalho como evangelizadores.”

Cristina, Cascavel

“A questão mais importante foi com relação à cobrança que a gente tem consigo, no trabalho em que está realizando e também na conscientização da importância do trabalho, perante os pais, a casa e o jovem.”

 

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