Jornal Mundo Espírita

Julho de 2019 Número 1620 Ano 87

Filme polonês cita Divaldo Pereira Franco

maio/2016

O Espiritismo é retratado no filme Body (Corpo), longa polonês, lançado no país de origem em março de 2015 e que participou do 65º Festival de Berlim, em fevereiro do mesmo ano.

É uma mistura de drama e comédia e inicia com a cena de dois policiais que encontram um homem enforcado em uma árvore. Eles cortam a corda, o corpo se espatifa no chão. Quando viram as costas para a cena do acidente, discutindo procedimentos legais, o suposto suicida se levanta, arranca a corda do pescoço e vai embora. É a demonstração da vida além da vida, de que muito mais existe para além do que os nossos olhos materiais podem visualizar.

O personagem principal é um policial legista que lida, diariamente, com os mais diferentes tipos de cadáveres, nas mais diversas situações.

Com a desencarnação de sua esposa, as relações com a filha se apresentam difíceis e a garota chega à beira do suicídio. Os dois enfrentam o luto de formas diferentes, quando surge Anna, a terapeuta responsável pela futura psicografia da mãe desencarnada.

Ela psicografa mensagens de entes queridos e relata sua admiração pelo Brasil citando como exemplo, os vinte milhões de adeptos ao Espiritismo. “E os brasileiros não são indiferentes às dores e sofrimentos das pessoas, como nós, os poloneses somos”, afirma a terapeuta, em determinada cena.

Body, que passa a ideia de mensagens e conteúdos espíritas e espiritualistas traz no final a mensagem  A pessoa que ama nunca fica doente, de Divaldo Pereira Franco.

Referindo-se ao filme, assim se expressou alguém: Assistir um filme polonês abordando o espiritismo e a mediunidade, com direito a uma citação de Divaldo Franco, é inusitado e encorajador. O filme aborda, de forma sensível, as desventuras humanas com a perda de entes queridos, que podem levar à depressão e apatia. A solidão dos personagens é um retrato fiel da vida urbana moderna, quase sem sentido e significado. Um filme sensível.

As críticas divergem a respeito dessa produção cinematográfica. Entretanto, vale destacar a forte ênfase no esotérico como solucionador de demandas existenciais. Sobretudo porque se fala no Brasil e numa pessoa de fortíssima projeção mundial nessa área, que é Divaldo Franco, mencionado como ligação de amor, que é afinal o que recupera o equilíbrio dos personagens, por si, e entre si.

 http://radioboanova.com.br/jornal-nova-era/filme-body-retrata-o-espiritismo/

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