Jornal Mundo Espírita

Outubro de 2021 Número 1647 Ano 89
Notícias das URES Envie para um amigo Imprimir

Departamento de Unificação e Expansão do Movimento Espírita – DUEME/FEP

Centro Espírita pós-pandemia

outubro/2021 - Por Marco Antonio Negrão

A convite do DUEME, André Siqueira, diretor da Federação Espírita Brasileira – FEB e coordenador nacional da Área de Comunicação Social Espírita, aprofundou reflexões sobre este tema que, no momento, tem trazido, aos dirigentes de Centros Espíritas, preocupações sobre as consequências da pandemia nas suas atividades, afetadas pelas medidas de distanciamento social, restrições de aglomeração e medidas sanitárias, para contenção da disseminação da COVID-19.

O encontro virtual se deu, no dia 13 de agosto, quase um ano após o primeiro evento, promovido pela Área de Comunicação Social Espírita – ACSE/FEP, em novembro de 2020. Dado o lapso temporal, desde a primeira abordagem, mudou algo? Avançamos reflexões?

André trouxe uma série de novos elementos para que o Movimento Espírita reflita sobre o assunto. Evidentemente, nenhuma fórmula mágica, que possa ser utilizada por todos os Centros Espíritas, uma vez que cada região do país e dos Estados tem uma realidade específica, ligada ao avanço da vacinação, nível de contaminação diária, ocupação de leitos hospitalares e das portarias emitidas pelas autoridades sanitárias.

Foram lembrados os compromissos do Movimento Espírita, no geral, e dos Centros Espíritas, no particular: hospital, escola e templo. A avaliação deve contemplar as ponderações quanto às atividades que podem ser virtuais, quais as que devem ser presenciais e quais poderão ser híbridas.

A pandemia nos trouxe a queda de alguns tabus. Por exemplo, o que não se imaginava é que as atividades virtuais ocupariam um espaço expressivo nos estudos. Na atualidade, temos participantes, que compunham o grupo primitivo, aos quais se agregaram pessoas de outros Estados ou países. Dessa forma, houve um aumento de participantes, que não poderão estar, fisicamente, no Centro Espírita, para continuarem seus estudos. Há, portanto, que se considerar possibilidades de atividades híbridas.

Outro aspecto, que merece atenção, é que as Casas Espíritas transferiram atividades, que eram presenciais para o virtual, sem a preocupação de que cada uma das ferramentas digitais têm uma finalidade, que precisa ser pensada a fim de atingir sua eficiência e eficácia. Quantas pessoas foram incluídas no domínio dessas ferramentas?

Setenta pessoas acompanharam, atentamente, o trabalho de André, entre presidentes de UREs e de Centros Espíritas, Coordenadores e trabalhadores das mais diversas Áreas e Conselheiros Efetivos da FEP.

Print: Maria Helena Marcon

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