Jornal Mundo Espírita

Setembro de 2019 Número 1622 Ano 87
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Conversando com Divaldo Pereira Franco III

outubro/2011

Fruto da estada de Divaldo entre nós, os espíritas do Paraná, no final de 2010. Esta terceira edição reproduz o amplo sucesso das publicações anteriores correspondentes aos anos de 2008 e 2009. Sempre fraterno e bem disposto, o lúcido médium e orador, mais uma vez submeteu-se a uma bateria de questões levantadas por dedicados companheiros do Movimento estadual.

A abençoada rotina de suas visitas iniciou-se no Recanto Lins de Vasconcellos na data de 26 de novembro. Membros do Conselho Federativo Estadual, voluntários e servidores, acomodados sob a carícia do alvor matinal, no esplendoroso cenáculo da Praça das Araucárias ouviram, enternecidos, a inspirada palavra do dedicado amigo.

Falou-nos da presença de Jésus Gonçalves, de suas três dolorosas encarnações como hanseniano, resultado de seus bárbaros crimes cometidos nas personalidades de Alarico II e do Cardeal Richelieu. As horas rolaram imperceptíveis e aqueles instantes mágicos foram encerrados com eloquente prece de Lins de Vasconcellos, o iluminado mecenas do Espiritismo paranaense.

Tudo está detalhadamente nas páginas iniciais da obra.

Aí estão as comoventes histórias de Mohamed, o justo. Chama-nos a atenção para os novos tempos, reflexos da grande transição porque passa o planeta, em busca da renovação espiritual dos povos. Dá-nos orientação para que esta transição se faça segura e sadia, como todos desejamos.

Divaldo, inquestionavelmente tomado por elevado benfeitor, advertiu-nos sobre a sementeira de perturbação advinda dos incontáveis livros, ditos psicografados, “com o objetivo infeliz de criar embaraços; de introduzir ideias absurdas”, portadores de “linguagem até chula, com expressões vulgares…”. Não percebem, esses vaidosos irmãos, que estão sendo instrumentos de espíritos mistificadores, como  tanto alerta Allan Kardec em “O Livro dos Médiuns”.

Há outras memoráveis lições: “Upagupta e a vendedora de ilusões” emociona corações.

Mostra-nos os difíceis desafios que se oferecem aos centros e aos órgãos de Unificação nos transtornados dias que correm.

Em seu último capítulo transcreve a inolvidável palestra feita no Paraná Clube em 27/11/2010, sobre “O homem perante a sua consciência” que termina com a sábia lembrança de que “o Espiritismo veio para que tenhamos vida, e vida em abundância”.

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