Jornal Mundo Espírita

Setembro de 2019 Número 1622 Ano 87

Anúncios da Nova Era

Bairro solar produz quatro vezes mais energia do que consome

março/2015

Imagine um bairro onde todas as casas têm aquecimento solar, instalações fotovoltaicas nos telhados e utilizam a luminosidade natural.

Um lugar onde existe sistema de compartilhamento de automóveis, que faz diminuir o número de veículos circulando nas imediações.

Roteiro de Hollywood? Sonho distante? Utopia? Nada disso.

Em Schlierberg, na região de Friburgo, na Alemanha, tudo isso – e mais um pouco – é pura realidade.

O bairro solar é capaz de produzir quatro vezes mais energia do que consome, uma prova de que uma construção ambientalmente correta pode ser muito lucrativa.

As cinquenta e nove residências e um grande edifício comercial, construídos apenas com materiais ecológicos, criam uma comunidade com baixo impacto ambiental.

O condomínio, com cerca de onze mil metros quadrados, possui densidade média, acessibilidade, espaços verdes e exposição solar.

Todas as casas são de madeira. O conceito de cores foi desenvolvido por um artista de Berlim, Erich Wiesner.

As coberturas possuem sistemas de captação de água da chuva, que é utilizada na irrigação de jardins e nas descargas de vasos sanitários.

Os edifícios também aproveitam lascas de madeiras para o aquecimento no inverno, diminuindo ainda mais o impacto no ambiente.

 

Participação popular

O projeto da Solarsiedlung am Schlierberg e do Architectural Escritório Rolf Disch também reduziu o número de carros na cidade, por meio do sistema de compartilhamento.

Criada em 1994 e concluída em 2005, a iniciativa foi debatida com a comunidade envolvida e gera, atualmente, quatrocentos e vinte mil kWh de energia solar fotovoltaica, o que evita as emissões de quinhentas toneladas de dióxido de carbono na atmosfera.

Cada morador do bairro recebe, ao final de cada ano, um recurso do governo, pelo excesso de energia produzida, que é vendida à rede, ao longo de doze meses.

Com informações do Ecoplanet e EcoD.
www.sonoticiaboa.com.br

 

Eis um exemplo a ser seguido. De um modo geral, ainda não despertamos para a necessidade da economia do líquido precioso. Nem para os demais cuidados que devamos ter para com o planeta que pretendemos habitar, na Nova Era.

Que tal começarmos, por coisas simples, como a carona solidária, diminuindo o número de veículos circulando?

E, além de nos acostumarmos com o apagar das luzes e o desligar de aparelhos, quando em desuso, a substituição das lâmpadas convencionais por fluorescentes é medida que podemos adotar, sem maiores sacrifícios. As lâmpadas fluorescentes chegam a uma economia de 80% de energia, comparando-se com as convencionais.

Pensemos nisso.

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