Jornal Mundo Espírita

Setembro de 2019 Número 1622 Ano 87

Anúncios da Nova Era

Garrafa transforma água contaminada em potável

fevereiro/2015

Todos podemos ajudar a melhorar o mundo, cada um do jeito que sabe, com os conhecimentos, ou a prática que tem.

Na Inglaterra, um engenheiro, especialista em tratamento de água, passou meses na garagem de sua casa, trabalhando em um produto que pudesse ajudar um grande número de pessoas que não encontra água potável facilmente e criou o LifeSaver.
Trata-se de uma garrafa capaz de filtrar todo tipo de água, mesmo a mais imunda ou contaminada.

A invenção de Michael Pritchard começou a ser criada em 2004, para ajudar a população da Ásia, que na época do Tsunami estava sobrevivendo de forma precária.
A catarse aconteceu quando ele viu nos jornais pessoas desesperadas tomando água contaminada para sobreviver, ou ainda, precisando andar grandes distâncias para conseguir um pouco de água decente para consumo.

O protótipo ficou pronto em 2007. Hoje o LifeSaver virou realidade.
O produto  é comercializado para o mundo inteiro, inclusive com a opção de garrafas-irmãs, onde em cada garrafa que você compra,  outra vai para uma comunidade necessitada.
O preço, na página da empresa é de noventa e nove euros, cerca de trezentos reais.
A garrafa é capaz de purificar até quatro mil litros de água, segundo a empresa, e é indicada para viagens a locais com qualidade de água duvidosa.

Estamos mesmo vivendo tempos novos. Se há uma preocupação com o meio ambiente, o mundo sustentável, verificamos ações que buscam soluções para o momento atual.

Em Bertioga, litoral norte de São Paulo, uma empresa, criada em 2005, transforma água do mar em potável. O produto, em garrafas, é comercializado nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Estados do Sul.

No entanto, o maior mercado ainda é o Exterior, especialmente Estados Unidos.

A bebida é produzida dentro de padrões de qualidade determinados por organismos industriais e ambientais e está de acordo com os critérios de potabilidade exigidos. No Brasil, a produção é liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA e, nos Estados Unidos, pela AWWA – APHA – WPCI – Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater.
Copo, pet, papelão, lacre e rótulo utilizados para envasar a água são cem por cento recicláveis.

Assine a versão impressa
Leia também