Jornal Mundo Espírita

Setembro de 2019 Número 1622 Ano 87

Anúncios da nova era

Chega de cobaias: pesquisador testa cura de doenças em chip

agosto/2014

Uma nova tecnologia poderá substituir os testes de remédios em animais.

Um pesquisador recriou partes do corpo humano em um chip para testar a cura de doenças.

Hoje, animais sofrem, são sacrificados, gasta-se muito dinheiro, e, infelizmente, muitas vezes perde-se muito tempo. Tempo que os pacientes não têm.

Em uma palestra, Geraldine Hamilton mostrou como seu laboratório cria órgãos e partes do corpo humano em um chip.

As estruturas são simples, com todas as peças essenciais para o teste de novos medicamentos – mesmo aqueles para tratamentos personalizados.

A novidade promete representar economia de dinheiro e tempo, para encontrar curas.

A notícia foi postada em 15 de janeiro do ano em curso, no site www.sonoticiaboa.com.br. Isso nos diz que, mesmo de forma paulatina, o homem caminha para o comportamento mais adequado quanto aos animais que estão na Terra para o servir, dele merecendo cuidados.

No mesmo mês de janeiro, no Portal do Governo de São Paulo, figurou o anúncio de que aquele Estado promulgou lei, inspirada na legislação internacional, no sentido de proibir o uso de animais para testes de cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal.

Por sua vez, na Câmara dos Deputados, no início de junho, alcançou sua primeira vitória a proposta de restrição ao uso de animais em testes na indústria de cosméticos, higiene pessoal e perfume.

O texto não é o ideal, afirmou um dos parlamentares, mas inicia o debate para se acabar definitivamente com o uso de animais nesse tipo de pesquisas. Sem data para ser votada, a proposta seguiu para o Senado.

Recordamos que, em janeiro de 1960, portanto, há mais de cinquenta anos, o Espírito Emmanuel prefaciou o livro Conduta Espírita, psicografia de Waldo Vieira, do Espírito André Luiz que, no seu capítulo 33, prescreve:

Perante os animais – Esquivar-se de qualquer tirania sobre a vida animal, não agindo com exigências descabidas para a satisfação de caprichos alimentares nem com requintes condenáveis em pesquisas laboratoriais, restringindo-se tão somente às necessidades naturais da vida e aos impositivos justos do bem. [grifos nossos]

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