Jornal Mundo Espírita

Setembro de 2019 Número 1622 Ano 87

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Escola inova: em vez de punição dá meditação aos alunos

dezembro/2016

Em vez de aplicar uma punição, uma escola dos Estados Unidos decidiu investir em um método completamente diferente: a meditação. E conseguiu resultados surpreendentes.

A escola primária Robert W. Coleman, de Baltimore, usa o recurso há um ano.

Por acreditarem que o castigo é um desperdício de tempo, os profissionais adotaram a prática milenar para acalmar as crianças e estimulá-las a refletir sobre o mau comportamento.

Tudo acontece em uma sala decorada com luminária, almofadas e colchões de yoga, onde o aluno se dedica a exercícios de respiração e meditação.

Além disso, a escola incluiu yoga como parte da grade e tem estimulado, de maneira espontânea, as crianças a praticarem o silêncio e a se tornarem mais tranquilas, resultando em um bom comportamento também dentro de casa.

Alguns pais nos disseram que, quando chegam estressados em casa, são orientados pelos próprios filhos: “Ei, mãe, você precisa se sentar e eu preciso te ensinar a respirar”, contou Andres Gonzalez, cofundador da Fundação Holistic Life, parceira da escola no projeto.

O projeto conta ainda com outra maneira holística de pensar e aprender: atividades com o meio ambiente e cuidados de agricultura são oferecidos pela instituição.

Os resultados não poderiam ser melhores: os casos de expulsão e suspensão chegaram a zero.

www.sonoticiaboa.com.br

 

Interessante como o homem, a pouco e pouco, vai transformando seus métodos, vai descobrindo a sua essência e amplia sua própria condição de educador.

Dos apontamentos do Espírito Joanna de Ângelis1, colhemos que o educando é material maleável, que aguarda modelagem própria para fixar os caracteres que conduzem à perfeição.

A punição significa falência na área educativa.

A repressão representa insegurança educacional.

A reprovação demonstra fracasso metodológico.

É certo que o homem se apresenta imperfeito, por enquanto, todavia é, potencialmente, perfeito, e, à educação compete o papel de o desenvolver.

A divina semente que nele jaz, a educação põe a germinar.

A educação, porém, há que ser integral, do homem total.

1.FRANCO, Divaldo Pereira. Momentos de meditação. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador: LEAL, 1988. cap. 2.

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