Jornal Mundo Espírita

Novembro de 2017 Número 1600 Ano 85

Anúncios da nova era

Gênio entra na universidade com dez anos

maio/2015

Uma menina, de apenas dez anos, acaba de entrar na Universidade.
É um gênio em matemática.

À primeira vista, Esther Okade parece ser uma criança comum: adora brincar com bonecas Barbie, ir ao parque e fazer compras.

Porém, a jovem britânico-nigeriana aprende números e operações com uma facilidade impressionante, desde pequena.

História
Esther é de Walsall, uma cidade industrial na região de West Midlands, no Reino Unido.

A mãe notou o talento da filha para números, logo depois que a menina começou no maternal, aos três anos de idade.

Depois de algumas semanas na escola particular, ela teve um comportamento estranho.

Estávamos voltando para casa e ela explodiu em lágrimas: “Eu não quero nunca mais voltar para aquela escola. Eles nem me deixam falar!”, conta a mãe.

Ela começou a ensinar habilidades básicas à menina em casa, mas Esther parecia milhas à frente.

A garota adora álgebra, equações de segundo grau, números complexos.

Foi super fácil. A minha mãe me ensinou de uma forma agradável, lembra a menina.

Universidade

Esther queria entrar na Universidade aos sete anos, mas a mãe disse que ela era muito jovem. Agora, com dez anos, a família cedeu aos pedidos dela.

Em janeiro deste ano, ela se matriculou na Universidade Aberta, uma Faculdade de ensino à distância do Reino Unido, e já está no topo da classe.

Não contente com a quebra de barreiras, Esther também está escrevendo uma série de livros de matemática para crianças chamados Yummy Yummy Álgebra.

www.sonoticiaboa.com.br, em 17 de março de 2015.

 

A cada dia, mais se sucedem as notícias dos gênios que povoam a Terra: crianças que demonstram a sua genialidade nas artes, nas ciências, na compreensão da própria vida.

Vivemos, verdadeiramente, os tempos preditos por Jesus e que Allan Kardec assinalou como a geração nova  de Espíritos.

Que dias maravilhosos aguardam nosso mundo! Um mundo de melhorias tecnológicas, de avanços científicos e, sim, morais.

Como diz o Codificador (…) a Humanidade tem suas estações como os indivíduos têm suas várias idades. As folhas mortas da Humanidade caem batidas pelas rajadas e pelos golpes de vento, porém, para renascerem mais vivazes sob o mesmo sopro de vida, que não se extingue, mas se purifica. (A gênese, cap. XVIII, item 34)

Assine a versão impressa
Leia também