Jornal Mundo Espírita

Julho de 2017 Número 1596 Ano 85

Anúncio da Nova Era

Usina solar gigante é resposta do Japão ao desastre de Fukushima

março/2014

Menos de três anos depois do desastre nuclear de Fukushima, provocado por um tsunami que matou vinte mil pessoas, em março de 2011, o Japão deu um belo exemplo para o mundo e mostrou que conseguiu se reinventar.

Instituiu e subsidiou um programa de grande escala para encorajar a construção de novas usinas e ensinar os consumidores a preferirem a energia solar, a outros tipos de energia.

No fim de 2013, o país asiático inaugurou a maior usina solar do país.

A usina gigante chama-se Kagoshima Nanatsujima e tem capacidade para abastecer vinte e duas mil casas.

O governo garantiu que a construção não coloca em risco os trabalhadores, não espalha radioatividade no Oceano Pacífico e não corre o risco de derreter.

A construção foi feita no extremo sul do Japão, numa enseada bastante segura, mesmo em caso de ameaças naturais.

A política do governo japonês, chamada tarifa de energia, começou em 2012, um ano depois do acidente de Fukushima .

A promessa é dobrar o tamanho do sistema de energia solar do país, graças aos incentivos e aos subsídios dados aos proprietários de usinas, a fim de cobrir parte do alto custo da energia solar.

A responsável pela construção foi a empresa de eletrônicos Kyocera.

Esta notícia, postada no site www.sonoticiaboa.com.br, em 13 de janeiro de 2014, nos diz que este é o homem da Nova Era: o que, ante os desastres, busca as soluções a fim de que não venha se repetir a catástrofe.

O homem que pensa no futuro, que utiliza a sua essência divina para a criatividade. O homem que pensa no ambiente, nos seres que o habitam, na preservação de tudo que existe muito mais do que em custos financeiros que, igualmente, poderão ser compensados, superados, se utilizando a mesma extraordinária capacidade humana de pensar, inventar, superar dificuldades por maiores sejam.

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