Jornal Mundo Espírita

Outubro de 2020 Número 1635 Ano 88

A mediunidade de Steven Spielberg

fevereiro/2008

Steven Spielberg é sem dúvida o maior produtor cinematográfico de todos os tempos. Quase todos os seus filmes foram recordistas de bilheteria, acumulou fortuna incalculável e suas produções são ansiosamente esperadas, pelo tom de aventura e criatividade, ao lado dos efeitos especiais, que emprega. Quem não se lembra de “E.T. – O Extraterrestre”? Comoveu velhos e crianças e colaborou com a convicção de existência de vida fora da Terra. Fez formas de vida, aparentemente horrendas, tornarem-se imagens de candura e elevação, quebrando o preconceito das formas.

Há nas suas histórias um toque de misticismo e espiritualidade que deixam a certeza de que a mediunidade é excelente coadjuvante em seu trabalho.

Dessa vez a mediunidade de Spielberg comprovou-se de maneira patente e inquestionável. Trata-se do filme “Parque dos Dinossauros”. Nesta obra desfilam animais pré-históricos de grande e pequeno porte. Foi realizada com base nos manuais de paleontologia e com assessoramento de técnicos renomados, objetivando dar maior realismo às cenas que emocionaram milhões de fãs em todo o mundo. A exceção ficou por conta do Velociraptor. Spielberg, contrariando orientações, o concebeu em dimensões “fantasiosas”. Superou em muito os 1,80m, altura máxima admitida pelos cientistas. Mal as críticas começaram a surgir e eis que o paleontólogo americano James Kirkland achou fósseis que surpreenderam até mesmo ao imprevisível Spielberg. Ao montar os ossos, a surpresa, o esqueleto do Velociraptor é tão grande quanto as réplicas feitas para o filme, em Utah, nos EUA.

As garras afiadas, muito parecidas com os esporões de aves conhecidas atestam tratar-se realmente do mesmo dinossauro do filme.

Baseado em quê Spielberg enfrentou a paleontologia para propor um animal até então não conhecido? Somente mediunidade, como concebe o Espiritismo, poderia ter-lhe permitido tamanha convicção, mesmo que por meio de ação inconsciente. Para ser médium não precisa acreditar na mediunidade, embora a crença ajude sobremaneira.

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