Jornal Mundo Espírita

Setembro de 2019 Número 1622 Ano 87

julho/2007

Antecedendo a Reunião Ordinária do Conselho Federativo Estadual, da Federação Espírita do Paraná – FEP, como vem se tornando praxe, realizou-se, no Auditório da Sede Histórica (Alameda Cabral, 300), Reunião com os Presidentes das 17 Uniões Regionais Espíritas (UREs), no dia 26 de maio do ano em curso (2007), com início às 9h30min, sob a direção de Maria Helena Marcon, Presidente da Federação. Presentes ainda Diretores de DIJ das UREs e Diretores da FEP.

Com os enfoques: A dinâmica do trabalho da URE; 2. Comemorações do Sesquicentenário de “O Livro dos Espíritos” na FEP/URE, foram tratados, discutidos, analisados, examinados vários assuntos de interesse ao Movimento Espírita.

Na oportunidade, Maria Helena, juntamente com os dois Vices, Francisco Ferraz Batista e Luiz Henrique da Silva, fez excelente abordagem de várias questões relacionadas com o documento “Diretrizes ao Sistema  Federativo Estadual”, as quais, vez ou outra precisam ser lembradas, face o seu alto valor Doutrinário e Administrativo, pois que norteiam as obrigações das UREs e de seus Dirigentes como representantes e responsáveis – portanto – pela sustentação do bom nome da Doutrina Espírita, na condição de vanguardeiros da Ação Federativa, em sua área de atuação.

Igualmente, destacou a necessidade de o Movimento Espírita organizado tomar cuidados especiais, quanto aos movimentos divergentes que, vez ou outra, se apresentam.

Assim, num clima de exemplar entendimento e descontração – porquanto se optou pela informalidade da Reunião – as UREs presentes (todas), puderam opinar, e exigir da Direção, os detalhamentos indispensáveis a uma melhor compreensão sobre os vários assuntos examinados, todos de relevância para o Movimento Espírita.

Como recomendação da mais alta importância e observância, em resumo, transcrevemos uma das observações: “Todas as unidades filiadas do Movimento Espírita estão diretamente vinculadas e compromissadas com o Sistema Federativo Estadual”. Tal afirmação, bem valida o esforço de Unificação da FEP.

Ao final, foram projetados trechos da Mensagem de Bezerra de Menezes, transmitida por Divaldo Pereira Franco, no encerramento da IX Conferência Estadual Espírita, realizada pela FEP, em março, mensagem que se fez acompanhar de harmoniosa melodia e belíssimas paisagens coloridas, envolvendo os participantes em sentidas emoções.

Com recomendações referentemente à Reunião do Conselho Federativo Estadual, prevista para as 14 horas do mesmo dia, todos se dirigiram para o local do almoço, servido num dos Hotéis da Cidade, momento em que todos se “prepararam”, para as “cinco horas de trabalho”, que os aguardavam.

 

Reunião do Conselho Federativo Estadual – CFE

 

Da Reunião Ordinária do CFE, só podemos dizer – pela sua peculiaridade de conselho deliberativo – que, conforme a Pauta que acompanha a sua convocação, bem justificou as “cinco horas” previstas para a sua execução, pois que, os assuntos enfocados exigiram bom tempo para a sua apreciação.

Mormente aqueles relacionados com as notícias da Reunião do Conselho Federativo Nacional, em Brasília, em abril; apresentação do Plano de Trabalho para o Movimento Espírita 2007/2012; o Lançamento do “Orientação ao Centro Espírita”, atualizado, reformulado;  o Lançamento da 4ª edição do volume 2 da coletânea de textos Momento Espírita; a participação da FEP no 2º. Congresso Espírita Brasileiro, em abril; deliberações a respeito do IX  Encontro Estadual Espírita do Interior do Paraná, que se realizará em Cascavel (10ª. URE), no mês de setembro; a palavra conclusiva da Reunião do Departamento de Orientação à Infância e Juventude – DIJ da FEP, dos Presidentes das Entidades Especializadas convidadas Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas – ABRAME/PR e Associação Médico – Espírita – AME/PR, bem assim dos Representantes das Casas Espíritas Convidadas, desta feita, da Região que compõe a 10ª URE.

Apenas não se pode deixar de registrar – até por um dever de justiça e de gratidão – que a Reunião do Conselho está, cada vez mais, a oportunizar aos seus participantes – Conselheiros e convidados – os momentos mais harmoniosos, que bem demonstram o quanto nós Espíritas, mais nos aproximamos da essência do “amai-vos e instruí-vos”, que a Doutrina Espírita a todos adverte e recomenda.

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